Terça-feira, 16 de Junho de 2009

De volta ao trabalho... Mas com a cabeça em água... Dizem que é da crise... São so desculpas...

Bem, o que e bom acaba depressa, e foi isso que aconteceu com as ferias... Ontem foi um dia sem tempo nenhum...

 

E sinceramente, hoje preferia que fosse igual... E porque??? Porque assim nao tinha tempo de ir ver as noticias e ler aquilo que li... Depois dizem que é da crise...

 

Andava eu a pesquisar as noticias pela net quando me deparo com isto:

"Crise aumenta número de abortos em Portugal

por LUSA<input ... >Hoje<input ... >

No Amadora-Sintra, interrupções voluntárias  da gravidez subiram 23% nos primeiros meses do ano. Associações antiaborto culpam legislação.

O número de abortos realizados em Portugal aumentou desde o início do ano, um crescimento que pode estar associado à crise económica, segundo responsáveis clínicos, mas que os movimentos antiaborto atribuem também à legalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).

Só no Hospital Amadora-Sintra, que serve 700 mil habitantes, foram realizadas 663 IVG nos primeiros quatro meses deste ano, um aumento de 23% em relação ao mesmo período de 2008. A corroborar este aumento está a Clínica dos Arcos: a directora desta instituição revela que, entre Janeiro e Maio, foram realizadas 2647 IVG - um aumento de 24%.

Segundo Artur Vaz, administrador do Amadora-Sintra, registou- -se também diminuição de partos. O director não hesita em atribuir estas tendências à crise e aos "receios de assumir uma gravidez não planeada" perante "cenários de instabilidade económica".

A mesma opinião tem Duarte Vilar, da Associação para o Planeamento da Família, para quem em altura de crise "é menor a margem de aceitação de uma gravidez inesperada". Salientando que a possibilidade de um novo filho é um situação delicada, Duarte Vilar acrescenta que "essa exigência é agravada com factores como o desemprego, baixa do rendimento e instabilidade profissional". Rejeita, contudo, que as pessoas estejam a substituir a contracepção pelo aborto, dizendo antes que está a existir um controlo mais forte da natalidade.

Já Joaquim Galvão, do grupo Mais Vida, Mais Família, admite que a falta de dinheiro tem impacto, mas sublinha que "a falta de valores" e a "irresponsabilidade" também contribuem para aumentar o número de IVG. O aborto como forma de contracepção revolta-me muito", critica. "

 

 

E depois, mais uma e outra pesquisa e encontro isto:

 

"Portugueses aproveitam feriados para viajar

São muitos os Portugueses que estão a aproveitar os feriados do mês de Junho para umas mini-férias. O Algarve é um dos destinos de eleição, o que, para os hoteleiros da região, acaba por ser uma compensação pela diminuição do número de turistas estrangeiros."

.............................

"No entanto, os dois feriados dos dias 10 e 11 de Junho vão custar à economia portuguesa cerca de 1,6 milhões de euros, de acordo com o deputado socialista Joaquim Ventura, em declarações ao semanário SOL."

 

Va, agora digam-me la se isto tem algum jeito???? 

 

Para ter um filho dizem: ah e tal, tamos em crise, e dificil e tal...

 

Mas para ir de ferias ja dizem: Sao so 5 dias, vamos para fora ca dentro e fica mais em conta???

 

Mas interessa mais ir de ferias do que ter um filho?????

 

Sinceramente, e por estas e por outras que este país nao vai para a frente...

Eu nao sou contra o aborto...em caso de má formação do feto, ou violação...Agora virem com a historia de abortar porque tamos em crise???E para ir de ferias, ja nao ha crise????

 

Estas coisas deixam-me revoltada...Pessoas que fazem de tudo para engravidar...Outras engravidam so por engravidar(dão as tipicas desculpas: ah, o preservativo furou, ou tomer antibioticos e cortou o efeito da pilula)...

 

Hello!!!!!Por amor de deus...

 

Se um dia este mundo for para a frente, pode ser que as coisas mudem...

hoje estou......:
publicado por coisinhasboasdaminhavida às 10:16

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1 comentário:
De Vanessa a 16 de Junho de 2009 às 11:00
O ponto de vista que abordas-te infelizmente nem toda a gente consegue ver com tanta clareza quando uma situação destas bate á porta.
Cada vez os portugueses tem tendência a esbanjar dinheiro em coisas fúteis, preferem todos os meses andar a contar os centimos do que abdicar das famosas férias no algarve.
Muitas mulheres não se apercebem das sequelas que fica para toda a vida, quanfo se é jovem pensa-se que abdicar de um filho para ter mais comodismo e sossego na vida seja um mal menor, mas com o avançar dos anos e quando começamos a ver a vida com outra perpectiva nota-se que falta alguma coisa na vida, algo que poderia dar muitas alegrias no presente. Como tu não sou contra o aborto em casos de violação, mal formação do feto ou no caso quem está grávida seja apenas uma criança e não vê as responsabildades que estão para vir.
Infelizmente este é o cenário, possivelmente até pode agravar, porque cada vez mais pensamos só em bens materiais e o nosso mundo só se vive a dinheiro.
Talvez melhores dias virão, eu continuo com fé...

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